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Patrimônio Arquitetônico e Turismo

Publicado em 20/06/2022 às 07:54 - Atualizado em 20/06/2022 às 08:28

Você sabia que Praia Grande detém um dos mais representativos conjuntos arquitetônicos históricos da região? Se você passar a olhar com sensibilidade perceberá os casarões antigos da cidade na qual historicamente são muito valorosos. Esses casarões que guardam a memória e expressam a identidade do povo, estão localizados principalmente no entorno da Praça São Sebastião e na Rua Abel Esteves de Aguiar. Muitas casas guardam os traços da arquitetura neocolonial dos anos 1930 e 1940, enquanto outras, traços da herança italiana. Cidades turísticas do mundo todo seguem o exemplo da restauração e preservação desses bens imóveis para que se tornem um atrativo turístico ou cultural da cidade. Museus, centros históricos e culturais, restaurantes, bistrôs, espaços culturais são apenas alguns exemplos que esses bens podem se tornarem. Esses espaços preservados representam um símbolo para o seu povo e um bastião da sua identidade e história. A cidade que preserva a sua história por meio do patrimônio arquitetônico são exemplos de desenvolvimento, onde unem o novo e moderno com o legado do passado. São exemplos, as cidades de Laguna e Blumenau em SC, a Cidade Baixa de Porto Alegre no RS, Santo Antônio de Lisboa em Florianópolis, Diamantina e Ouro Preto em MG e Pelourinho em Salvado, BH, apenas para citar algumas cidades brasileiras. No mundo, também existe cidades exemplares, tais como Colônia do Sacramento no Uruguay e Cusco no Perú, só para citar algumas. Diante disso, faça você um exercício e caminhe pela cidade encontrando os casarões antigos e admirando sua beleza. Seja um Flanêur em sua cidade. O termo flanêur vem do substantivo masculino francês ‘flanêur’ – que basicamente significa ‘andarilho’, ‘ocioso’, ‘passeador’ – que vem do verbo francês ‘flanêr‘, que significa ‘passear’. Originalmente o termo foi inventado pelo poeta Charles Baudelaire (1821 – 1867) e se refere a alguém que observa a cidade ou seus arredores, e experimenta um verdadeiro passeio não só fisicamente, mas também um pensamento filosófico e uma forma de ver e sentir as coisas, não só do presente, mas também, aquilo que ficou do passado. Caminhar por caminhar, sem pressa para chegar de um lugar ao outro, mas sim para observar e questionar a paisagem urbana, vielas, esquinas escondidas e becos, observando o que há de iminente e também ser observado.

 

Fonte: Secretaria Municipal de Cultura.

Fotos: praiagrandedoscanyons.com.br; Frank Cardodo Lummertz; @acasarosa.


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